Terça a noite... meu dia acabou como começou, sem nada pra fazer.
Quarta só movimentei o dia na parte da tarde e a noite (e olhe lá). A tarde saí com a minha mãe, fomos comprar algumas coisas, uns presentes, que eu mais chamaria de... lembrancinhas. O tempo pra escolher os objetos foi 10 vezes menor do que o tempo de ficar na fila pra pagar, mas não reclamo, estou de férias.
Ah! minha mãe que dirigiu, afinal, perdí minha carteira de motorista, meu cartão de crédito e minha carteira de sócio de um clube. Mas isso já faz umas 2 semanas, estava esperando caso alguém encontrasse pra eu não precisar fazer outra carteira. Mas não teve jeito, terei que fazer.
Quarta a noite... eu e mais 2 amigos, dentre eles o amigo piada, conversamos sobre algumas questões com relação à liberdade. Um deles acredita que somos livres, que podemos fazer o que quisermos. Não acredito que sejamos livres. Não somos livres. A liberdade morreu a muito tempo, se é que existiu. Somos presos a sistemas sociais... nos tornamos alienados.
Saí com eles para comprar um ingresso pro baile de natal de um clube. Essas festas geralmente são as mais engraçadas de todas. Tomara que são seja diferente dessa vez.
Compramos e resolvemos passar na casa do meu caro amigo agiota. Ele não estava. Foi comparecer à apresentação do TCC de um amigo traficante. Ele havia me convidado, mas acabei esquecendo e deixo aqui minhas desculpas, pois sei que ele lê meu blog, apesar de ter achado um tanto quanto andrógino. Gostando ou não, quem movimenta meu blog são vocês.
Enfim, parabéns por mais essa etapa na tua vida, mereces irmãozinho.
Fui pra casa, estava com dor de cabeça. Não, não tomei remédio. Não gosto. Fui dormir. Passou.
Hoje é quinta, acordei, dormí, sonhei muito, acordei, dormí... e por aí vai, até 11:15hs. Acabei almoçando só lá pelas 13:00hs. Dormí denovo, é nisso que minha vida de férias se resume, morrer. Acordei, ouví música, vi TV, enfim... são 20:10hs e ainda não fiz nada. Sinto meu corpo sujo, vou tomar banho.
Nos vemos por aí...
...ou não.
Quinta... quinta de chuva fina.
Até.
*Os apelidos dados aos meus amigos não condizem com a verdade, são apenas brincadeiras internas.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Terça purificada
Segunda a tarde... mais um dia de férias, nada pra fazer.
Meu amigo ia correr e como quase sempre quando não tenho nada pra fazer... fui correr, me auto-convidei. Estava frio... frio! Eu gosto do frio. Não faz a gente suar como um escravo no Egito.
Uma leve chuva... pra refrescar os pensamentos. Fizemos algumas paradas no caminho. A primeira pra entregar uma grana que eu estava devendo... sabe como é se não se paga pros agiotas. Mas eu compararia mais a "comprar fiado" com um amigo. Paguei. Não fui assassinado e nem tive meu corpo levado a uma trituradora de árvores para depois ser dado como lavagem aos porcos. Enfim...
Continuamos correndo e fomos a um outro amigo que se parece muito com o Homer dos Simpsons. Ele virou cabeleireiro oficial do grupo, e foi com esse objetivo que fui lá... cortar o cabelo. Ele não estava... voltamos.
Cada um pro seu canto... fiquei em casa, voltei a não fazer nada e a pensar... meus posts futuros terão que ser mais detalhados, porque só nos detalhes é que ficarão interessantes.
Terminei o dia procurando links de algum seriado... vou baixar "Psych" que nunca ouví falar mas está entre os mais baixados.
02:45hs. Morte.
Acordei e fiquei escutando a discografia do Aerosmith enquanto estava acordado e deixava rolando enquanto dormia. Acho que vou começar a fazer mais isso... baixar discografias.
Por falar nisso, apresento algumas bandas e cantores dos quais eu gosto:
Rammstein; Lil John; Eminem; Three Six Mafia; DMX; Coldplay; Snow Patrol; U2; ERA; Chris Daughtry; James Blunt; Linkin Park; Nickelback; Radiohead; Fort Minor; Sarah McLachlan; P.O.D; System of a Down e por aí vai...
Sim... é BEM variado, e não curto muito música brasileira... gosto de um cantor só... Lenine.
Depois de muito nada pra se fazer, resolví correr denovo... colocar minhas energias acumuladas nas pernas. Fiz. Corrí. Renovei o corpo e limpei os pensamentos. Reví algumas coisas enquanto corria. Às vezes acho que é por isso que gosto de correr... trabalho mente e não só o corpo.
Voltei. Tive que escrever. Agora vou limpar minha carne, minha objetividade, deixá-la mais visível a mim mesmo.
O dia ainda não acabou, vou ver o que faço nesta terça purificada.
Até.
Meu amigo ia correr e como quase sempre quando não tenho nada pra fazer... fui correr, me auto-convidei. Estava frio... frio! Eu gosto do frio. Não faz a gente suar como um escravo no Egito.
Uma leve chuva... pra refrescar os pensamentos. Fizemos algumas paradas no caminho. A primeira pra entregar uma grana que eu estava devendo... sabe como é se não se paga pros agiotas. Mas eu compararia mais a "comprar fiado" com um amigo. Paguei. Não fui assassinado e nem tive meu corpo levado a uma trituradora de árvores para depois ser dado como lavagem aos porcos. Enfim...
Continuamos correndo e fomos a um outro amigo que se parece muito com o Homer dos Simpsons. Ele virou cabeleireiro oficial do grupo, e foi com esse objetivo que fui lá... cortar o cabelo. Ele não estava... voltamos.
Cada um pro seu canto... fiquei em casa, voltei a não fazer nada e a pensar... meus posts futuros terão que ser mais detalhados, porque só nos detalhes é que ficarão interessantes.
Terminei o dia procurando links de algum seriado... vou baixar "Psych" que nunca ouví falar mas está entre os mais baixados.
02:45hs. Morte.
Acordei e fiquei escutando a discografia do Aerosmith enquanto estava acordado e deixava rolando enquanto dormia. Acho que vou começar a fazer mais isso... baixar discografias.
Por falar nisso, apresento algumas bandas e cantores dos quais eu gosto:
Rammstein; Lil John; Eminem; Three Six Mafia; DMX; Coldplay; Snow Patrol; U2; ERA; Chris Daughtry; James Blunt; Linkin Park; Nickelback; Radiohead; Fort Minor; Sarah McLachlan; P.O.D; System of a Down e por aí vai...
Sim... é BEM variado, e não curto muito música brasileira... gosto de um cantor só... Lenine.
Depois de muito nada pra se fazer, resolví correr denovo... colocar minhas energias acumuladas nas pernas. Fiz. Corrí. Renovei o corpo e limpei os pensamentos. Reví algumas coisas enquanto corria. Às vezes acho que é por isso que gosto de correr... trabalho mente e não só o corpo.
Voltei. Tive que escrever. Agora vou limpar minha carne, minha objetividade, deixá-la mais visível a mim mesmo.
O dia ainda não acabou, vou ver o que faço nesta terça purificada.
Até.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
De volta...
Já se passaram 2 semanas desde o último post. Está complicado... perdí as forças pra "escrever", acredito que em função das férias. Ficava me cobrando: "hoje vou escrever, tenho que escrever". Não escrevia. Aliás... até ensaiei algumas vezes um possível post mas não saía do lugar.
Deixei o tempo passar mas, resumindo, a primeira semana que deixei de escrever foi... conturbada, cheia de trabalhos pra se entregar e no final das contas... alívio, acabou, embora minha preocupação com essas coisas não seja tão efetiva. A segunda semana que deixei de escrever baseou-se em... diversão. Fui em algumas formaturas, maioria delas com pouquíssima gente, o que ao olhar de alguns seria considerada... "péssima", no entanto, eu e meus amigos sempre nos divertimos e rimos muito.
Além das formaturas, a gente saiu quase todos os dias a noite e num desses dias, à tarde, fomos pra Laguna. O clima parecia estar bom pra ir, "não tinha sol", a temperatura estava boa. Enfim... Laguna estava vazia, ao contrário do que imaginávamos que estaria. Chegando lá, até tinha esquecido que o vento dominava essas áreas. Andamos, comemos, ficamos na casa do meu amigo piada e fizemos uma coisa que gosto muito de fazer em certas ocasiões e combinamos de fazer uma outra vez... nada. Apenas sentamos e ficamos sem fazer nada.
Voltamos.
Hoje é segunda e acordei disposto a escrever e ajudar a limpar meu quarto. Enfim... estou de volta. Ah! tirei uma música do baú, escutem aí: Luna - Alessandro Safina.
Post enxuto... isso aí.
Deixei o tempo passar mas, resumindo, a primeira semana que deixei de escrever foi... conturbada, cheia de trabalhos pra se entregar e no final das contas... alívio, acabou, embora minha preocupação com essas coisas não seja tão efetiva. A segunda semana que deixei de escrever baseou-se em... diversão. Fui em algumas formaturas, maioria delas com pouquíssima gente, o que ao olhar de alguns seria considerada... "péssima", no entanto, eu e meus amigos sempre nos divertimos e rimos muito.
Além das formaturas, a gente saiu quase todos os dias a noite e num desses dias, à tarde, fomos pra Laguna. O clima parecia estar bom pra ir, "não tinha sol", a temperatura estava boa. Enfim... Laguna estava vazia, ao contrário do que imaginávamos que estaria. Chegando lá, até tinha esquecido que o vento dominava essas áreas. Andamos, comemos, ficamos na casa do meu amigo piada e fizemos uma coisa que gosto muito de fazer em certas ocasiões e combinamos de fazer uma outra vez... nada. Apenas sentamos e ficamos sem fazer nada.
Voltamos.
Hoje é segunda e acordei disposto a escrever e ajudar a limpar meu quarto. Enfim... estou de volta. Ah! tirei uma música do baú, escutem aí: Luna - Alessandro Safina.
Post enxuto... isso aí.
domingo, 28 de novembro de 2010
Esforços
Sexta a tarde... fui no meu amigo pra ver se terminávamos o relatório. Fizemos quase tudo, deixando apenas uma pequena parte faltando que daria de ser terminado lá na aula.
Fui pra casa, peguei minhas coisas e fui pra faculdade. É sexta, aula de Saúde Mental. Penúltima aula, no entanto, a última vai ficar mais livre...
Terminei o relatório e... adivinhem... a professora não estava lá pra recebê-lo. Resumindo... ainda não o entregamos.
Final de aula. Tempo. O tempo correu, às vezes lento, às vezes rápido, é sexta, não faz diferença.
Sexta é aquele dia em que tudo parece ficar em paz, que tudo é silêncio, que tudo silencia.
Vim pra casa e, embora quisesse silêncio, o amigo piada convidou para tornar um pouco menos silenciosa minha tão querida sexta. Fui. Cansado, mas fui. Sabia que lá iria me agitar um pouco, ao meu estilo é claro, parado. Era uma formatura... uma formatura de terceirão. Às vezes me sentia grande perto dos demais pois eram, na sua maioria, adolescentes aos quais denominamos "pirralhos", como se nunca os tivéssemos sido. Também me sentí pequeno, quase um senhor deslocado de seu mundo idoso.
Percebí que não era tão velho assim, resolví apenas me divertir.
Fui pra casa, e dessa vez aguentei um pouco mais que na outra formatura. Estou menos velho.
Sábado, assisto um novo seriado: "The Walking Dead". Um seriado sobre zumbís que está no começo e vale a pena conferir.
A tarde tive treino de futebol americano em Criciúma. Um belo treinamento. Lá mesmo descobrí que integrantes do time conferiram o blog... aliás, que iriam conferir assim que tivessem tempo pra ler, afinal, esses meus posts estão ficando extensos demais. Ainda sim, agradeço pelas dicas.
Sábado de noite. Saí com meus pais pra comer um X. Após algum tempo, uma família sentou na mesa ao lado da nossa e também pediu o lanche. Havíamos começado a comer a alguns minutos, e quando me dei conta, a família já estava se levantando pra ir embora. Eu ainda não tinha acabado meu X, aliás, nem eu nem minha mãe, o que me leva a pensar... comemos devagar demais, ou o que sentou ao nosso lado foi uma nova geração de famílias? É... só pode ser... uma família express. O objetivo de comer fora de casa significa... 10 minutos de prazer instantâneo?
Enfim... tenho que cuidar da minha vida, e não da dos outros.
Fui embora, cansado, fruto de um treinamento muito bom.
Não morrí. Fui na casa do amigo piada pra ver um filme. Escolhemos um que achávamos que não tínhamos visto. Passado alguns minutos, ambos descobrimos que já havíamos visto, mas não lembrávamos da história. Meus olhos queriam apagar, não estava conseguindo aguentar. Tivemos que terminar por alí, afinal, era um filme de duas horas e meia e assistimos apenas uma hora.
Vim pra casa, apaguei.
Hoje é domingo, domingo de churrasco e Faustão. O churrasco já passou. Vou dormir.
Até.
Fui pra casa, peguei minhas coisas e fui pra faculdade. É sexta, aula de Saúde Mental. Penúltima aula, no entanto, a última vai ficar mais livre...
Terminei o relatório e... adivinhem... a professora não estava lá pra recebê-lo. Resumindo... ainda não o entregamos.
Final de aula. Tempo. O tempo correu, às vezes lento, às vezes rápido, é sexta, não faz diferença.
Sexta é aquele dia em que tudo parece ficar em paz, que tudo é silêncio, que tudo silencia.
Vim pra casa e, embora quisesse silêncio, o amigo piada convidou para tornar um pouco menos silenciosa minha tão querida sexta. Fui. Cansado, mas fui. Sabia que lá iria me agitar um pouco, ao meu estilo é claro, parado. Era uma formatura... uma formatura de terceirão. Às vezes me sentia grande perto dos demais pois eram, na sua maioria, adolescentes aos quais denominamos "pirralhos", como se nunca os tivéssemos sido. Também me sentí pequeno, quase um senhor deslocado de seu mundo idoso.
Percebí que não era tão velho assim, resolví apenas me divertir.
Fui pra casa, e dessa vez aguentei um pouco mais que na outra formatura. Estou menos velho.
Sábado, assisto um novo seriado: "The Walking Dead". Um seriado sobre zumbís que está no começo e vale a pena conferir.
A tarde tive treino de futebol americano em Criciúma. Um belo treinamento. Lá mesmo descobrí que integrantes do time conferiram o blog... aliás, que iriam conferir assim que tivessem tempo pra ler, afinal, esses meus posts estão ficando extensos demais. Ainda sim, agradeço pelas dicas.
Sábado de noite. Saí com meus pais pra comer um X. Após algum tempo, uma família sentou na mesa ao lado da nossa e também pediu o lanche. Havíamos começado a comer a alguns minutos, e quando me dei conta, a família já estava se levantando pra ir embora. Eu ainda não tinha acabado meu X, aliás, nem eu nem minha mãe, o que me leva a pensar... comemos devagar demais, ou o que sentou ao nosso lado foi uma nova geração de famílias? É... só pode ser... uma família express. O objetivo de comer fora de casa significa... 10 minutos de prazer instantâneo?
Enfim... tenho que cuidar da minha vida, e não da dos outros.
Fui embora, cansado, fruto de um treinamento muito bom.
Não morrí. Fui na casa do amigo piada pra ver um filme. Escolhemos um que achávamos que não tínhamos visto. Passado alguns minutos, ambos descobrimos que já havíamos visto, mas não lembrávamos da história. Meus olhos queriam apagar, não estava conseguindo aguentar. Tivemos que terminar por alí, afinal, era um filme de duas horas e meia e assistimos apenas uma hora.
Vim pra casa, apaguei.
Hoje é domingo, domingo de churrasco e Faustão. O churrasco já passou. Vou dormir.
Até.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Semana cansativa
Domingo... já é noite. Saí com aqueles dois amigos que tinham ido na formatura comigo. Fiz uma coisa que acostumei a fazer em alguns domingos. Comer pizza e tomar refrigerante na calçada ao lado de um posto, ao estilo mais rústico impossível. Comí bastante e, no último pedaço, já estava enjoado. Sobrou refrigerante, aquele fundo da garrafa que, olhando, aparentemente parece ter pouco mas, bebendo, ainda enchem uns 2 copos cheios. Me desafiaram a beber em guti-guti... disseram "duvido". E sabe como é, eu tive que beber. Não conseguí. Meu estômago dilatou a tal ponto que parecia querer externalizar um alien. Enfim... vomitei muito. Tudo que eu comí, voltou.
Mas foi divertido. Foi engraçado. Não passei mal depois.
Dalí, fomos na casa de outro amigo, mas ele não estava. Foi num cachorro quente. E lá fomos nós, apesar de eu não ter passado muito bem minutos atrás.
Chegamos e nos sentamos. Tinham mais 4 pessoas, ou seja, muita comida pra chegar. Apesar de eu dizer que estava bem, o cheiro e toda aquela comida só tendem a piorar a situação.
Para piorar, pensamentos a respeito de toda a situação me vieram à cabeça. Estou de chinelo, acabei de vomitar, meu pé está nojento e agora estou aqui sentindo esse cheiro e vendo mais comida e molhos.
Não gosto de sujeira, gosto das coisas limpas, organizadas. Mas gosto de sair um pouco da rotina para esse sistema descansar um pouco. Será?
Em meio a risos e histórias, eis que o tempo vem apressar nossa ida. Fomos embora... ainda bem.
Precisava de um banho. Precisava purificar meu EU, meu eu físico... e porque não, psíquico.
Já em casa, contei o acontecido. Minha mãe disse que passou pelo vômito quando trazia um cachorro quente para comer em casa. É... fui eu.
Tomei banho. Limpeza enfim. Fiquei na internet até pensar em dormir. Fui... dormir? Não. Fiquei vendo filme. Vi dois. Já eram 04:35hs quando resolví dormir.
05:00hs, o celular desperta, eu desperto. É hora de viajar para o hospital psiquiátrico.
Muitas mulheres e poucos homens no ônibus. Por algum motivo, ando meio... empolgado demais nessas últimas semanas, em especial na segunda, quando estava em meio a muitas mulheres e poucos homens.
Chegamos no hospital. Um lugar diferente. Não era como um hospital psiquiátrico como se vê por aí. Lá é como uma cidade. No começo, o hospital havia sido criado com a função de afastar os leprosos (como eram chamados antigamente) do resto das pessoas "saudáveis". Eram 780 pessoas no início. Agora o número foi bem reduzido e conta não somente com hansenianos, mas também com pacientes psiquiátricos, em sua maioria esquizofrênicos. O hospital tinha tudo, desde igreja, delegacia, casas para os habitantes de lá, até teatro e campo de futebol.
Campo o qual já fui para arbitrar uma partida de futebol americano. Só quando passei ao lado do campo é que me lembrei do local.
Aquele mundo onde ninguém podia entrar ou sair (com excessão das irmãs), me despertou fascinação. Um mundo próprio...
Fomos ao shopping. O outro hospital tinha cancelado nossa visita. Ficamos até o horário que havia sido combinado.
Microonibus é uma droga para viagens. Por mais que se durma... acordar, sair do ônibus e ir pra casa é como ir pro paraíso.
Cheguei em casa e quase em seguida tive que ir pra faculdade... era aula com aquela professora de Psicologia Social. Eu tinha que ir, afinal não é sempre que uma professora nos faz pensar.
Também entreguei Dexter para ela ler.
Embora quisesse muito prestar atenção na aula, eu estava agoniado, como eu disse... hormônios.
Final de aula, ir pra casa... morrer. Dessa vez foi quase em sentido literal do ponto de vista físico.
O cansaço era enorme. Pensei em escrever para o blog... só pensei.
Terça feira. Acordo tarde, acho. A tarde começo a montar o treinamento para ser apresentado na quarta feira, ou pelo menos achava que seria apresentado na quarta feira.
Eu realmente não precisaria ter ido pra faculdade assistir a algum TCC. Mas o fato de eu ter saído muitas vezes da aula desse professor, acabei ficando pendurado por faltas. Como o TCC valia como presença, fui. Assistí um TCC sobre narcisismo no orkut. Minha conclusão é que TCC não vale pra nada se não for você quem o fez. É muito ruim pegar apenas o básico.
Fui pra casa, com uma parada no caminho.
É tarde, tento fazer mais alguma coisa do treinamento com meu amigo. Pedí para que fizesse mais alguma coisa... já estava quase encaminhado. Fui dormir.
Quarta feira, dia de atendimentos. Minhas duas pacientes foram.
Já recebí elogios pelos atendimentos, mas não me sinto suficientemente pronto pra atender. Mas uma frase que sempre levo comigo resumiria o que sempre penso: "O melhor ainda não é bom o bastante".
É como a busca pela perfeição, embora saiba que estou engatinhando nessa fase de desenvolvimento.
Casa. Almoço. Hora de voltar para a conclusão do treinamento que... meu amigo havia mudado quase que por completo.
Fui uma hora antes para arrumar tudo na sala quando minha professora passa na sala, dá um "oi" e começa a sair...
Não entendí. Chamei ela e perguntei se haveria o treinamento. Ela disse que não, que ela seria banca de TCC.
Algo ficou confuso nessa comunicação. Havíamos combinado de certeza que seria naquele dia, no entanto, houve uma falha na comunicação. Por mais engraçado que possa parecer, nosso treinamento é sobre comunicação, o que envolve também as falhas.
Enfim... fui assistir a um TCC de uma amiga, já que eu estava alí.
Hora de ir embora.
Quinta feira. Dia de entregar um relatório de estágio. Esse dia foi um dos dias mais..."vazios" que eu pude ter. Acordei tarde. Fui às 14:00hs pra biblioteca. Lembram quando disse que gostaria que nunca mais passasse tanto tempo numa biblioteca? Pois é... fiquei 6 horas lá dentro. Preso. Tinha que entregar o trabalho... não conseguí.
Conversei com a professora pra entregar na sexta, no entanto, será descontado meio ponto, o que com certeza não faria diferença pra alguém que estava quase morrendo numa biblioteca.
Vim pra casa. Entrei na internet, fiz uma pizza, comí e depois fui dormir.
Sexta de manhã, café e blog... muito tempo no blog. Uma semana interia pra descrever.
Agora a tarde tenho que terminar o relatório. Lá vou eu. Nos vemos em breve, espero.
Até.
Mas foi divertido. Foi engraçado. Não passei mal depois.
Dalí, fomos na casa de outro amigo, mas ele não estava. Foi num cachorro quente. E lá fomos nós, apesar de eu não ter passado muito bem minutos atrás.
Chegamos e nos sentamos. Tinham mais 4 pessoas, ou seja, muita comida pra chegar. Apesar de eu dizer que estava bem, o cheiro e toda aquela comida só tendem a piorar a situação.
Para piorar, pensamentos a respeito de toda a situação me vieram à cabeça. Estou de chinelo, acabei de vomitar, meu pé está nojento e agora estou aqui sentindo esse cheiro e vendo mais comida e molhos.
Não gosto de sujeira, gosto das coisas limpas, organizadas. Mas gosto de sair um pouco da rotina para esse sistema descansar um pouco. Será?
Em meio a risos e histórias, eis que o tempo vem apressar nossa ida. Fomos embora... ainda bem.
Precisava de um banho. Precisava purificar meu EU, meu eu físico... e porque não, psíquico.
Já em casa, contei o acontecido. Minha mãe disse que passou pelo vômito quando trazia um cachorro quente para comer em casa. É... fui eu.
Tomei banho. Limpeza enfim. Fiquei na internet até pensar em dormir. Fui... dormir? Não. Fiquei vendo filme. Vi dois. Já eram 04:35hs quando resolví dormir.
05:00hs, o celular desperta, eu desperto. É hora de viajar para o hospital psiquiátrico.
Muitas mulheres e poucos homens no ônibus. Por algum motivo, ando meio... empolgado demais nessas últimas semanas, em especial na segunda, quando estava em meio a muitas mulheres e poucos homens.
Chegamos no hospital. Um lugar diferente. Não era como um hospital psiquiátrico como se vê por aí. Lá é como uma cidade. No começo, o hospital havia sido criado com a função de afastar os leprosos (como eram chamados antigamente) do resto das pessoas "saudáveis". Eram 780 pessoas no início. Agora o número foi bem reduzido e conta não somente com hansenianos, mas também com pacientes psiquiátricos, em sua maioria esquizofrênicos. O hospital tinha tudo, desde igreja, delegacia, casas para os habitantes de lá, até teatro e campo de futebol.
Campo o qual já fui para arbitrar uma partida de futebol americano. Só quando passei ao lado do campo é que me lembrei do local.
Aquele mundo onde ninguém podia entrar ou sair (com excessão das irmãs), me despertou fascinação. Um mundo próprio...
Fomos ao shopping. O outro hospital tinha cancelado nossa visita. Ficamos até o horário que havia sido combinado.
Microonibus é uma droga para viagens. Por mais que se durma... acordar, sair do ônibus e ir pra casa é como ir pro paraíso.
Cheguei em casa e quase em seguida tive que ir pra faculdade... era aula com aquela professora de Psicologia Social. Eu tinha que ir, afinal não é sempre que uma professora nos faz pensar.
Também entreguei Dexter para ela ler.
Embora quisesse muito prestar atenção na aula, eu estava agoniado, como eu disse... hormônios.
Final de aula, ir pra casa... morrer. Dessa vez foi quase em sentido literal do ponto de vista físico.
O cansaço era enorme. Pensei em escrever para o blog... só pensei.
Terça feira. Acordo tarde, acho. A tarde começo a montar o treinamento para ser apresentado na quarta feira, ou pelo menos achava que seria apresentado na quarta feira.
Eu realmente não precisaria ter ido pra faculdade assistir a algum TCC. Mas o fato de eu ter saído muitas vezes da aula desse professor, acabei ficando pendurado por faltas. Como o TCC valia como presença, fui. Assistí um TCC sobre narcisismo no orkut. Minha conclusão é que TCC não vale pra nada se não for você quem o fez. É muito ruim pegar apenas o básico.
Fui pra casa, com uma parada no caminho.
É tarde, tento fazer mais alguma coisa do treinamento com meu amigo. Pedí para que fizesse mais alguma coisa... já estava quase encaminhado. Fui dormir.
Quarta feira, dia de atendimentos. Minhas duas pacientes foram.
Já recebí elogios pelos atendimentos, mas não me sinto suficientemente pronto pra atender. Mas uma frase que sempre levo comigo resumiria o que sempre penso: "O melhor ainda não é bom o bastante".
É como a busca pela perfeição, embora saiba que estou engatinhando nessa fase de desenvolvimento.
Casa. Almoço. Hora de voltar para a conclusão do treinamento que... meu amigo havia mudado quase que por completo.
Fui uma hora antes para arrumar tudo na sala quando minha professora passa na sala, dá um "oi" e começa a sair...
Não entendí. Chamei ela e perguntei se haveria o treinamento. Ela disse que não, que ela seria banca de TCC.
Algo ficou confuso nessa comunicação. Havíamos combinado de certeza que seria naquele dia, no entanto, houve uma falha na comunicação. Por mais engraçado que possa parecer, nosso treinamento é sobre comunicação, o que envolve também as falhas.
Enfim... fui assistir a um TCC de uma amiga, já que eu estava alí.
Hora de ir embora.
Quinta feira. Dia de entregar um relatório de estágio. Esse dia foi um dos dias mais..."vazios" que eu pude ter. Acordei tarde. Fui às 14:00hs pra biblioteca. Lembram quando disse que gostaria que nunca mais passasse tanto tempo numa biblioteca? Pois é... fiquei 6 horas lá dentro. Preso. Tinha que entregar o trabalho... não conseguí.
Conversei com a professora pra entregar na sexta, no entanto, será descontado meio ponto, o que com certeza não faria diferença pra alguém que estava quase morrendo numa biblioteca.
Vim pra casa. Entrei na internet, fiz uma pizza, comí e depois fui dormir.
Sexta de manhã, café e blog... muito tempo no blog. Uma semana interia pra descrever.
Agora a tarde tenho que terminar o relatório. Lá vou eu. Nos vemos em breve, espero.
Até.
domingo, 21 de novembro de 2010
Uma preguiça calejada
Sexta a tarde... acordei e abrí a porta do quarto pra ir tomar café. Uma embalagem na porta... meu livro! Meu livro chegou. Não sabia se lanchava no café ou se devorava o livro.
Fui tomar o café, embora minha fome seja maior pelo livro. Tenho algumas prioridades... quero terminar dois livros antes de começá-lo: "A Cabana - William P. Young" e "Esquisitologia: A estranha psicologia da vida cotidiana - Richard Wiseman".
A Cabana é um livro chato. Mas tenho que terminar... já comecei. Não gosto de começar um livro e não terminar, é meio que uma obsessão. Esquisitologia é muito bom, mas como eu ainda estava no período de não gostar de ler... deixei.
Enfim, tomei café. Fui no meu amigo formatar o notebook.
Hora de ir pra faculdade. Aula de Saúde Mental Coletiva. Cheguei no final da apresentação de um artigo. Depois assistimos a uns episódios de Mental. Semana que vem assistiremos um episódio sobre personalidade narcisista. Vai ser interessante.
A aula acabou. Ficamos esperando uns amigos pra irmos comer em algum lugar. Não apareceram e demos uma passada onde disseram que iam. Estavam lá. Demos um "oi" e depois fomos embora.
Iniciei a leitura do livro A Cabana, mas lí pouco. Muito ruim. Provavelmente porque não acredito em deus, e a história gira em torno disso. Mas como eu disse... vou ter que ler.
Sábado... acho que era... 08:35hs. Pra que acordar 08:35hs num sábado?
O pior é que se voltasse a dormir, acordaria com dor de cabeça. O jeito foi ficar acordado, pelo menos meus pais se levantaram pra fazer café. Meu sábado ficou resumido a nada. Apenas TV e notebook.
Queria sair, fazer algo, embora prefira ficar em casa, no quarto. Esse dia, em especial, eu queria sair. Saí. Saí pra pensar, pra pensar sobre um trabalho de treinamento organizacional, aquele...
Estou em clima de férias, digo... em relação aos "uniformes sociais" (roupas). Fui de chinelo, bermuda e camiseta regata, caminhando a passos lentos, deixando as idéias divagarem...
Andei bastante até perceber que eu estava... andando. Às vezes nem nos damos conta de que estamos caminhando por estarmos pensando em muita coisa. Nesse caso eu estava pensando em uma só, o que acabou por focar mais ainda minha atenção e deixar-me menos hipervigilante.
Quando me dei conta que estava caminhando, pensei em apenas prestar atenção nas outras coisas. Foi o que fiz, embora a cidade parecesse estar em um processo de quarentena... quase ninguém nas ruas.
A chuva fina contribuiu, embora eu não entenda muito esse medo pelas águas que caem do céu. Continuei caminhando, a passos lentos. Andei até parecer que minhas pernas já não mais me pertenciam, elas apenas caminhavam, sabiam o rumo de casa. Voltei.
Fiz feridas entre os dedos, afinal, quem é o idiota que anda muito apenas com chinelos?
Esse foi o resultado. Fim de noite. Sábado mal aproveitado compensado por uma grande e bela pizza portuguesa. Meu estômago, ultimamente, não está aguentando muita comida. Antes eu comia uma pizza inteira e ainda ficava com fome. Hoje, mal como direito uma inteira e passo mal.
Muito disso se deve à acomodação, processo esse que estou mudando. Forçar é necessário em certas ocasiões.
Domingo... acordo pro café e com minha mãe pedindo para ajudar meu pai a carregar areia pra colocar em frente de casa. Fiz. Calejei minhas mãos e algumas feridas apareceram. Minha pele é sensível, infelizmente, ou não.
Já são 15:53hs e continuo enrolando pra escrever esse post. Demorei muito pra escrevê-lo, acho que a preguiça me dominou também. Acho não, tenho certeza.
Fausto Silva já começou. Mais um domingo. Amanhã vou à Florianópolis visitar dois hospitais psiquiátricos. Estou sem dinheiro, acho que farei sanduíches pra levar. Os livros me comeram dinheiro, acho que é pra manter o equilíbrio. Eu os devoro e eles devoram meu dinheiro.
Hoje é domingo... um domingo calejado.
Fui tomar o café, embora minha fome seja maior pelo livro. Tenho algumas prioridades... quero terminar dois livros antes de começá-lo: "A Cabana - William P. Young" e "Esquisitologia: A estranha psicologia da vida cotidiana - Richard Wiseman".
A Cabana é um livro chato. Mas tenho que terminar... já comecei. Não gosto de começar um livro e não terminar, é meio que uma obsessão. Esquisitologia é muito bom, mas como eu ainda estava no período de não gostar de ler... deixei.
Enfim, tomei café. Fui no meu amigo formatar o notebook.
Hora de ir pra faculdade. Aula de Saúde Mental Coletiva. Cheguei no final da apresentação de um artigo. Depois assistimos a uns episódios de Mental. Semana que vem assistiremos um episódio sobre personalidade narcisista. Vai ser interessante.
A aula acabou. Ficamos esperando uns amigos pra irmos comer em algum lugar. Não apareceram e demos uma passada onde disseram que iam. Estavam lá. Demos um "oi" e depois fomos embora.
Iniciei a leitura do livro A Cabana, mas lí pouco. Muito ruim. Provavelmente porque não acredito em deus, e a história gira em torno disso. Mas como eu disse... vou ter que ler.
Sábado... acho que era... 08:35hs. Pra que acordar 08:35hs num sábado?
O pior é que se voltasse a dormir, acordaria com dor de cabeça. O jeito foi ficar acordado, pelo menos meus pais se levantaram pra fazer café. Meu sábado ficou resumido a nada. Apenas TV e notebook.
Queria sair, fazer algo, embora prefira ficar em casa, no quarto. Esse dia, em especial, eu queria sair. Saí. Saí pra pensar, pra pensar sobre um trabalho de treinamento organizacional, aquele...
Estou em clima de férias, digo... em relação aos "uniformes sociais" (roupas). Fui de chinelo, bermuda e camiseta regata, caminhando a passos lentos, deixando as idéias divagarem...
Andei bastante até perceber que eu estava... andando. Às vezes nem nos damos conta de que estamos caminhando por estarmos pensando em muita coisa. Nesse caso eu estava pensando em uma só, o que acabou por focar mais ainda minha atenção e deixar-me menos hipervigilante.
Quando me dei conta que estava caminhando, pensei em apenas prestar atenção nas outras coisas. Foi o que fiz, embora a cidade parecesse estar em um processo de quarentena... quase ninguém nas ruas.
A chuva fina contribuiu, embora eu não entenda muito esse medo pelas águas que caem do céu. Continuei caminhando, a passos lentos. Andei até parecer que minhas pernas já não mais me pertenciam, elas apenas caminhavam, sabiam o rumo de casa. Voltei.
Fiz feridas entre os dedos, afinal, quem é o idiota que anda muito apenas com chinelos?
Esse foi o resultado. Fim de noite. Sábado mal aproveitado compensado por uma grande e bela pizza portuguesa. Meu estômago, ultimamente, não está aguentando muita comida. Antes eu comia uma pizza inteira e ainda ficava com fome. Hoje, mal como direito uma inteira e passo mal.
Muito disso se deve à acomodação, processo esse que estou mudando. Forçar é necessário em certas ocasiões.
Domingo... acordo pro café e com minha mãe pedindo para ajudar meu pai a carregar areia pra colocar em frente de casa. Fiz. Calejei minhas mãos e algumas feridas apareceram. Minha pele é sensível, infelizmente, ou não.
Já são 15:53hs e continuo enrolando pra escrever esse post. Demorei muito pra escrevê-lo, acho que a preguiça me dominou também. Acho não, tenho certeza.
Fausto Silva já começou. Mais um domingo. Amanhã vou à Florianópolis visitar dois hospitais psiquiátricos. Estou sem dinheiro, acho que farei sanduíches pra levar. Os livros me comeram dinheiro, acho que é pra manter o equilíbrio. Eu os devoro e eles devoram meu dinheiro.
Hoje é domingo... um domingo calejado.
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Finais
Quinta a tarde... acordo. Acordo com minha mãe chamando para o café. Ainda bem, minha cabeça já estava pesada. Sabe quando se dorme demais e a cabeça parece pesar mais que o corpo e acaba fechando os olhos? É meio agoniante isso... por mais que aquele "peso" encomode, a vontade de dormir é maior ainda.
PRECISO ACORDAR.
Tomei o café. Fui ver TV. Malhação... fazia tempo que eu não assistia. Mas acho que todos sabem o porquê. É sempre a mesma história. Ainda na televisão passou o noticiário de um caso que aqui na minha cidade todos comentam, sobre um possível estupro e consequente morte de uma criança (um menino) de 1 ano e 11 meses que foi encaminhado a U.T.I. do Hospital Nossa Senhora da Conceição aqui de Tubarão. Constatou-se abuso infantil e foi encontrado cocaína no sangue da criança. Os pais (padrasto e mãe biológica) são considerados usuários de droga. O acusado de estupro é o próprio padrasto, o mesmo que vi a mais ou menos 1 mês atrás brincando com essa mesma criança enquanto esperava a mãe (ex ou ainda integrante, não sei, do grupo de teatro que participo) entrar no ônibus conosco para ir apresentar em outra cidade.
Enfim, fiquei cara a cara com um assassino (caso seja o real culpado) e a mãe, que não sei se teve envolvimento real, mas que já deveria ter percebido o abuso.
O engraçado de tudo isso, é que os teatros que temos feito ultimamente são teatros prontos com temas relacionados às diversas violências: violência contra a mulher, violência contra o idoso e abuso infantil.
A integrante do grupo participou algumas vezes desse teatro e é isso que acho engraçado... a capacidade de não perceber (ou fingir não perceber) um abuso dentro de casa.
Em uma das viagens que fizemos pra apresentar esse mesmo teatro, conversamos sobre psicologia, sobre teorias, etc. O que me remeteu a falar sobre uma teoria sobre a vida que criei ao longo dos tempos e que contarei em um outro post. Mas o que quero dizer é que, nessa teoria, tudo o que vivemos iremos viver de novo, de novo, de novo e assim para todo o sempre, sem possibilidade de mudança. Eu contei isso pra todos, inclusive pra ela.
Não gostaria de brigar com ela, de agredir, nem nada do tipo... só gostaria de relembra-la dessa minha teoria... fazer com que ela pensasse um pouco... ela vai viver isso sempre... sempre vai permitir que um dia o que foi dela, sempre será tirado de sua vida pelo próprio ato covarde.
Enfim, hora da faculdade. Cheguei de carro... olha só... quem diria! De carro...
Sério, por um momento me sentí pequeno e grande ao mesmo tempo. Às vezes paramos pra perceber os detalhes da vida, às vezes não nos importamos com absolutamente nada. Hoje parei pra perceber que... eu já sou adulto. Me sentí como se fosse um garoto da 5ª série vendo gente grande, que já tinha condições de dirigir, que já tinham grandes conhecimentos, que já tinham vivido boas experiências. Por um momento, um único momento, crescí numa velocidade incalculável. Já sou grande. Achei graça. Fui pra aula.
Último dia de aula de Psicofarmacologia. Acabou cedo, antes do intervalo. Eu e um amigo fomos à biblioteca conversar sobre o trabalho da semana que vem. Um treinamento organizacional. Nosso tema é comunicação. Enfim, adivinhem... não produzimos nada, de concreto. Mas tivemos idéias, o que já é um progresso.
Mas o "não produzir nada" não foi em função de eu estar com mais alguém fazendo o trabalho, pelo contrário, acho que com ele funciona esse lance do ditado "duas cabeças pensam melhor que uma". O fato é que a internet da universidade que estudo é um lixo, e não funcionou desde que cheguei até a hora de ir embora.
Saímos da biblioteca e... ah! na verdade, fomos à biblioteca porque eu também teria que pagar o ônibus porque vamos a dois hospitais psiquiátricos na segunda que vem. Enfim, paguei, conversamos e saímos.
Conversamos sobre mulheres (o que não é novidade) e depois vim embora.
Fiquei um pouco na virtualidade e fui dormir.
Sexta feira, 06:30hs. Hora de acordar para o último dia de estágio em Psicologia Social. Encomendamos (eu e meu amigo, minha dupla de estágio) salgadinhos e levamos refrís, como eu havia dito que faríamos. Fizemos um fechamento sobre todo o processo que lá ocorreu e depois comemos, bebemos e tocamos um violão (tocamos não, tocaram).
Saindo de lá, fomos pra faculdade entregar os contratos de estágio. Estávamos agitados, não paramos de falar... adivinhem... calor! Calor me irrita.
Hora do almoço. Lasanha congelada. Mais uma vez uma comida daquelas bem capitalistas.
Hoje é sexta, o começo do fim... de semana.
Até.
PRECISO ACORDAR.
Tomei o café. Fui ver TV. Malhação... fazia tempo que eu não assistia. Mas acho que todos sabem o porquê. É sempre a mesma história. Ainda na televisão passou o noticiário de um caso que aqui na minha cidade todos comentam, sobre um possível estupro e consequente morte de uma criança (um menino) de 1 ano e 11 meses que foi encaminhado a U.T.I. do Hospital Nossa Senhora da Conceição aqui de Tubarão. Constatou-se abuso infantil e foi encontrado cocaína no sangue da criança. Os pais (padrasto e mãe biológica) são considerados usuários de droga. O acusado de estupro é o próprio padrasto, o mesmo que vi a mais ou menos 1 mês atrás brincando com essa mesma criança enquanto esperava a mãe (ex ou ainda integrante, não sei, do grupo de teatro que participo) entrar no ônibus conosco para ir apresentar em outra cidade.
Enfim, fiquei cara a cara com um assassino (caso seja o real culpado) e a mãe, que não sei se teve envolvimento real, mas que já deveria ter percebido o abuso.
O engraçado de tudo isso, é que os teatros que temos feito ultimamente são teatros prontos com temas relacionados às diversas violências: violência contra a mulher, violência contra o idoso e abuso infantil.
A integrante do grupo participou algumas vezes desse teatro e é isso que acho engraçado... a capacidade de não perceber (ou fingir não perceber) um abuso dentro de casa.
Em uma das viagens que fizemos pra apresentar esse mesmo teatro, conversamos sobre psicologia, sobre teorias, etc. O que me remeteu a falar sobre uma teoria sobre a vida que criei ao longo dos tempos e que contarei em um outro post. Mas o que quero dizer é que, nessa teoria, tudo o que vivemos iremos viver de novo, de novo, de novo e assim para todo o sempre, sem possibilidade de mudança. Eu contei isso pra todos, inclusive pra ela.
Não gostaria de brigar com ela, de agredir, nem nada do tipo... só gostaria de relembra-la dessa minha teoria... fazer com que ela pensasse um pouco... ela vai viver isso sempre... sempre vai permitir que um dia o que foi dela, sempre será tirado de sua vida pelo próprio ato covarde.
Enfim, hora da faculdade. Cheguei de carro... olha só... quem diria! De carro...
Sério, por um momento me sentí pequeno e grande ao mesmo tempo. Às vezes paramos pra perceber os detalhes da vida, às vezes não nos importamos com absolutamente nada. Hoje parei pra perceber que... eu já sou adulto. Me sentí como se fosse um garoto da 5ª série vendo gente grande, que já tinha condições de dirigir, que já tinham grandes conhecimentos, que já tinham vivido boas experiências. Por um momento, um único momento, crescí numa velocidade incalculável. Já sou grande. Achei graça. Fui pra aula.
Último dia de aula de Psicofarmacologia. Acabou cedo, antes do intervalo. Eu e um amigo fomos à biblioteca conversar sobre o trabalho da semana que vem. Um treinamento organizacional. Nosso tema é comunicação. Enfim, adivinhem... não produzimos nada, de concreto. Mas tivemos idéias, o que já é um progresso.
Mas o "não produzir nada" não foi em função de eu estar com mais alguém fazendo o trabalho, pelo contrário, acho que com ele funciona esse lance do ditado "duas cabeças pensam melhor que uma". O fato é que a internet da universidade que estudo é um lixo, e não funcionou desde que cheguei até a hora de ir embora.
Saímos da biblioteca e... ah! na verdade, fomos à biblioteca porque eu também teria que pagar o ônibus porque vamos a dois hospitais psiquiátricos na segunda que vem. Enfim, paguei, conversamos e saímos.
Conversamos sobre mulheres (o que não é novidade) e depois vim embora.
Fiquei um pouco na virtualidade e fui dormir.
Sexta feira, 06:30hs. Hora de acordar para o último dia de estágio em Psicologia Social. Encomendamos (eu e meu amigo, minha dupla de estágio) salgadinhos e levamos refrís, como eu havia dito que faríamos. Fizemos um fechamento sobre todo o processo que lá ocorreu e depois comemos, bebemos e tocamos um violão (tocamos não, tocaram).
Saindo de lá, fomos pra faculdade entregar os contratos de estágio. Estávamos agitados, não paramos de falar... adivinhem... calor! Calor me irrita.
Hora do almoço. Lasanha congelada. Mais uma vez uma comida daquelas bem capitalistas.
Hoje é sexta, o começo do fim... de semana.
Até.
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